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Cláudia Amorim

Na SÉRVULO desde 2006, é sócia no departamento de Contencioso e Arbitragem, exercendo a sua atividade com especial incidência na área de Penal e Contraordenações. Vogal da Direção do Fórum Penal – Associação de Advogados Penalistas, desde 2016, membro da Comissão para a Igualdade de Género e Violência Doméstica da Ordem dos Advogados, desde 2017 e, membro do Grupo de Trabalho para a Reforma das Contraordenações da Ordem dos Advogados, desde 2018. Integrou recentemente o Comité para a Prevenção da Tortura. Mestranda em Ciências Jurídicas Forenses, pela Universidade Nova de Lisboa, tendo frequentado cursos de pós-graduação, na área de Direito Penal Especial (Patrimonial e Económico-Financeiro), na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, e em Direito Processual Forense, na Faculdade de Direito de Lisboa da Universidade Católica Portuguesa. Licenciada em Direito pela Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa, em 2002. Iniciou a sua carreira de advogada na «PLMJ – A.M. Pereira, Sáragga Leal, Oliveira Martins, Júdice & Associados», primeiro como estagiária, entre 2002 e 2004, e depois como associada, de 2004 a 2005. Inscrita na Ordem dos Advogados desde 2004.

"Sérvulo offers a comprehensive service in litigation, arbitration and regulatory compliance (...). Criminal law is a further strength for the team, focusing on financial and corruption-related offences."

Chambers Europe, Dispute Resolution: Corporate Crime (2019)

EXPERIÊNCIA RELEVANTE

Litigância penal - tanto do lado da defesa, como do lado da acusação. Especial incidência no crime de colarinho branco (económico-financeiro ou de funcionários), nos crimes fiscais e contra a Segurança Social, nos crimes contra o património e contra a honra, incluindo processos de grande complexidade e relevância.

Litigância contraordenacional - tanto do lado da defesa, como em representação da Administração. Incluindo processos de grande complexidade e relevância, em especial, na área da grande regulação económica: banca, mercado de valores mobiliários e direito farmacêutico.

Litigância em processos de cariz sancionatório de outra natureza, em especial em processos de responsabilidade financeira junto do Tribunal de Contas.

Litigância em matéria cível e comercial. Incluindo processos de responsabilidade civil contratual e extracontratual e direito bancário.

Auditorias externas.